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Resumo

Stévia: é uma planta medicinal diurética, hipotensiva, anti-diabética, altera o metabolismo dos carboidratos no organismo, ajuda no tratamento de depressão e é apresentada quase sempre em forma de infusão ou adoçantes.

Observações
A stévia é uma das plantas conhecidas por sua extrema capacidade adoçante, combinada a características como não apresentar calorias, toxicidade ou ingredientes artificiais.Atualmente é um dos adoçantes mais conhecidos principalmente por adoçar sem causar diabetes, alterar os níveis de açúcar no sangue ou causar cáries. Em infusão, apresenta ação diurética muito eficaz. É utilizada na culinária como adoçante, uma vez que libera esse sabor quando aquecida.

Nomes
Nomes em português: estéviastéviaaçúcar verde, capim doce
Nome latim: Stevia rebaudiana
Nome inglês: honeyleaf
Nome francês: stéviastevia
Nome italiano: Stevia, Piccolo arbusto com foglio dolce
Nome alemão: Honigkraut,Stevia, Süßblatt,Süßkraut

Família
Asteraceae

Constituintes
Rica em terpenos e flavonoides, contém b-amirina acetato, anetol, apigenina-4-O-b-D-glucosídeo, austrolinulina e seus derivados 6 e 7 acetilados. O óleo essencial contém ácido benzílico, a- bergamoteno, bisaboleno, borneol, b-bouboneno, a e g-cardineno, calacoreno, clameneno, centaureidina, carvacrol, cosmosiina, dulcosídeo A e B, daucosterol, edulcorantes steviosídeos (esteviosídeo, dulcosídeo, esteviobiosídeo), rebaudiosina, dulcosina, steviolbiosina, quercetina glicosídeos, esterbinas A, B, C, D, E, F, G, H; rebaudiosídeos A, B, C, D, E e outros terpenos flavonoides, além de minerais como Alumínio, Cálcio, Cromo, Cobalto, Flúor, Ferro, Magnésio, Manganês, Fósforo, Potássio, Selênio, Sódio, Estanho, Zinco.

Partes utilizadas
Folhas e hastes secas

Efeitos da stévia
Adoçante, antidiabética, cardiotônica, contraceptiva, diurética, previne cáries dentárias, antibacteriana, antifúngica, edulcorante, estimulante das funções cerebrais, digestiva, cardiotônico, hipoglicêmica, reforça as defesas do sistema imune.

Indicações da stévia
Uso interno 
Hipertensãodiabetes, azia,cardiotônico, depressão, alteração do metabolismo dos carboidratos (diabetes ou hipoglicemia), fadigaobesidade (controle de apetite), reduz a necessidade de tabaco e álcool, perturbações digestivas, e infecções.

Uso externo 
Candidíase, sangramento e inflamações na gengiva, dor de dente, cáries e tártaro.

Quando adicionado ao xampu ajuda a tratar caspa, queda de cabelo e cabelos baços e sem brilho.

Efeitos secundários
Pode vir a causar aceleração dos batimentos cardíacos e alergias.
Se ingerida em excesso, pode causar: hipotensão arterial.

Contra-indicações
Desconhecidas

Interações
Em grande quantidade, o consumo de stévia pode acentuar os tratamentos antidiabéticos e contra a hipertensão.

Preparações à base de stévia

  • - Chás (infusão/extrato fluído)
  • - Adoçantes (pó ou líquido)
  • - Cápsulas em pó
  • - Tinturas
  • - Gomas de mascar
  • - Enxaguatório bucal

Onde cresce a Stévia?
Originária do Paraguai, a stévia é cultivada na África do Sul, Madagascar, China, Japão e vários outros países, inclusive no Brasil, onde os índios utilizam a stévia há centenas de anos. O estado do Paraná, na região de Maringá, é o maior produtor brasileiro.

via http://www.criasaude.com.br

 

Parabéns a todas as mamães!!!

 

Análise comprova que desenhos foram feitos entre 28.000 e 40.000 anos atrás

Arte rupestre de caverna francesa é a mais antiga encontradaArte rupestre de caverna francesa é a mais antiga encontrada (Divulgação)

Um estudo publicado nesta segunda-feira na revista Proceedings of the National Academy of Sciences colocou fim a uma antiga discussão entre cientistas: os sofisticados desenhos de animais da caverna Chauvet, no Sul da França, são mesmo os mais antigos do mundo. Foram feitos entre 28.000 e 40.000 anos atrás, de acordo com o estudo.

A complexidade das curvas suaves e dos detalhes das pinturas de ursos, rinocerontes e cavalos da caverna Chauvet, no Sul da França, fez com que os pesquisadores duvidassem que essa arte fosse tão antiga quanto algumas datações feitas por radiocarbono indicavam, entre 30.000 e 32.000 anos atrás. O grupo que contestava essa datação defendia que os desenhos, por serem muito avançados, eram parte da cultura Magdaleniense, últimos povos caçadores-coletores que habitaram a Europa Ocidental Continental, entre 12.000 e 17.000 anos atrás.

Saiba mais

RADIOCARBONO
Metodologia usada para datar materiais orgânicos. Um organismo vivo absorve carbono ao longo de sua vida e quando morre começa a perder o carbono acumulado. Esse método consiste em medir a quantidade de carbono que resta em um material orgânico para saber há quanto tempo ele morreu.
CAÇADORES-COLETORES
Definição para homens obtinham comida através da caça e da coleta de alimentos existentes na natureza. Essa é uma características de populações que antecederam o desenvolvimento da agricultura e a domesticação dos animais.

O estudo recente, desenvolvimento por pesquisadores das Universidades de Savóia e Aix-Marseille e do Centro Nacional de Pré-história, na França, reforça que a arte rupestre de Chauvet é a mais antiga já encontrada. Para confirmar a datação indicada pelo radiocarbono, foram feitas análises do relevo e da superfície das rochas que estão no entorno da única entrada da caverna. Foram analisadas características como formato e composição química dessas pedras.

Isolamento — Essa análise mostrou que a caverna e suas pinturas, notavelmente bem preservadas, foram fechadas ao acesso humano devido à queda de rochas e só foram redescobertas em 1994.

A caverna foi fechada por um desfiladeiro que começou a ruir há 29.000 anos e continuou sofrendo desmoronamentos ao longo do tempo, selando definitivamente a entrada da caverna cerca de 21.000 anos atrás.

Com essa descoberta, os pesquisadores indicam que as pinturas tiveram que ser feitas antes disso, o que sustenta a ideia de que foram criadas por pessoas da cultura Aurignaciana, povos que viveram na Europa Ocidental entre 28.000 e 40.000 anos atrás.

“Coincidindo de forma notável com as datações de radiocarbono da ocupação humana e animal, este estudo confirma que as pinturas na caverna Chauvet são as mais antigas e mais elaboradas já descobertas, desafiando nosso conhecimento atual sobre a evolução cognitiva humana”, explicam os autores no estudo.

Segundo o principal autor, Benjamin Sadier, as descobertas põem fim ao debate que se apoia no estilo do desenho para sugerir sua idade. “O que nosso trabalho mostra é que o método de datação por estilo de pintura não é mais válido”, explicou Sadier.

via REVISTA VEJA

Pesquisadores encontraram fósseis dos ursos ‘Agriarctos beatrix’, parentes dos pandas gigantes da atualidade, na Península Ibérica

panda espanhaCientistas acreditam que o urso do fóssil encontado tinha pelo escuro e manchas brancas em algumas regiões do corpo como na região dos olhos, no peito e na cauda (Ilustração do SINC)

A análise de fósseis de dentes encontrados no nordeste da Espanha indica que ‘parentes’ do panda gigante, espécie que hoje habita a China, viveram na região há 11 milhões de anos. Essa foi a primeira evidência encontrada de um urso semelhante aos pandas na Península Ibérica.

O fóssil analisado no estudo é de uma nova espécie de urso, Agriarctos beatrix, que foi descoberta no sítio arqueológico de Nombrevilla, na província de Saragoça, na Espanha. “Nós encontramos esse fóssil em escavações feitas há muito tempo, na década de 1980. Nós pensávamos que era de um tipo de urso qualquer, ele estava lá em uma caixa esperando alguém estudá-lo”, explica Jorge Morales, do Museu Nacional de Ciências Naturais e um dos autores do trabalho.

Os resultados da análise do fóssil foram publicados na edição do segundo semestre de 2011 do periódico Estudios Geológicos, mas apenas agora foram divulgados pelos cientistas.

Ainda que a espécie encontrada seja parecia ao panda gigante em aspectos alimentares e de formato dos dentes, as duas espécies diferem bastante em tamanho. “Essa espécie era ainda menor do que o urso malaio [que tem cerca de 1,5 metro de altura e pesa pouco mais de 60 quilos, em média], considerada atualmente a menor espécie de ursos. Ele não deveria pesar mais do que 60 quilos”, afirma Juan Abella, pesquisador do Departamento de Paleobiologia do Museu Nacional de Ciências Naturais e principal autor do estudo. Os pandas gigantes da atualidade pesam cerca de 100 quilos e medem em média 3,5 metros.

CONHEÇA A PESQUISA

Título original: A New species of Agriarctos (Ailuropodinae, Ursidae,Carnivora) in the locality of Nombrevilla 2 (Zaragoza, Spain)

Onde foi divulgada: revista Estudios Geológicos

Quem fez: J. Abella, P. Montoya e J. Morales

Instituição: Museu Nacional de Ciências Naturais e da Universidade de Valência

Dados de amostragem: fósseis de dentes encontrados em Zaragoza, na Espanha.

Resultado: os fósseis encontrados são de dentes de ursos que viveram há 11 milhões de anos. Os autores acreditam que seja ‘parente’ dos pandas gigantes da atualidade

Embora seja difícil determinar sua aparência típica, já que foram encontrados apenas fósseis de dentes, os cientistas acreditam que o animal tinha pelo escuro com manchas brancas, principalmente no peito, em volta dos olhos e provavelmente próximas à cauda. “Esse é considerado o padrão de pelo em ursos primitivos”, explica Abella.

Os ursos Agriarctos beatrix teriam vivido na floresta e seriam menos nômades do que espécies que costumam caçar, como os ursos marrom e polar. De acordo com os pesquisadores, esse urso extinto deveria fugir de grandes carnívoros escalando árvores. Segundo Abella, a dieta do animal “deveria ser similar à do urso malaio ou do urso-de-óculos, que come vegetais, frutas, e pouca carne”.

Formato dos dentes — Jorge Morales explica que uma das principais características que aproxima a nova espécie descoberta dos pandas gigantes é a morfologia dos dentes. “Os dentes encontrados tinham formato mais arredondado, característica de animais que quase não se alimentam de carne. Os dentes dos pandas de hoje são menos pontiagudos, já que eles são herbívoros e não precisam ter dentes afiados para cortar carne.”

“Nós sabemos que é uma espécie diferente daquelas documentadas até agora devido a suas diferenças morfológicas e o tamanho de seus dentes”, diz Abella. Para chegar a essas conclusões, os cientistas compararam os fósseis encontrados com dentes de espécies atuais, como ursos marrons e polares.

Ainda que não se possa saber com certeza quais razões levaram essa espécie à extinção, para Abella a causa mais provável é que “a vegetação florestal tenha dado espaço para locais mais secos e abertos que proporcionaram o surgimento de espécies similares, maiores e mais competitivas.”

Vídeo precioso: o pai filma a filha desde o nascimento, durante 12 anos — e produz um vídeo em que ela vai de bebê a mocinha em 2 minutos e 45 segundos

time-L

12 anos em 2min45s

Desde que sua filha Lotte nasceu, o fotógrafo holandês Frans Hofmeester passou a filmá-la toda semana. Quando Lotte completou 12 anos, neste 2012, Hofmeester decidiu editar todo o material num vídeo precioso, em que em apenas 2 minutos e 45 segundos pode-se ver o saudável e robusto bebê se transformar, em dezenas e dezenas de mini-sequências, numa mocinha risonha,bonita e sauvável.

O que não faz o amor de pai… Veja que beleza:

Ricardo  Setti

 

Vida é o que existe entre o nascimento e a morte. O que acontece no meio é o que importa.

No meio, a gente descobre que sexo sem amor também vale a pena, mas é ginástica, não tem transcendência nenhuma. Que tudo o que faz você voltar pra casa de mãos abanando (sem uma emoção, um conhecimento, uma surpresa, uma paz, uma ideia) foi perda de tempo.

Que a primeira metade da vida é muito boa, mas da metade pro fim pode ser ainda melhor, se a gente aprendeu alguma coisa com os tropeços lá do início. Que o pensamento é uma aventura sem igual. Que é preciso abrir a nossa caixa preta de vez em quando, apesar do medo do que vamos encontrar lá dentro. Que maduro é aquele que mata no peito as vertigens e os espantos.

No meio, a gente descobre que sofremos mais com as coisas que imaginamos que estejam acontecendo do que com as que acontecem de fato. Que amar é lapidação, e não destruição. Que certos riscos compensam – o difícil é saber previamente quais. Que subir na vida é algo para se fazer sem pressa.

Que é preciso dar uma colher de chá para o acaso. Que tudo que é muito rápido pode ser bem frustrante. Que Veneza, Mykonos, Bali e Patagônia são lugares excitantes, mas que incrível mesmo é se sentir feliz dentro da própria casa. Que a vontade é quase sempre mais forte que a razão. Quase? Ora, é sempre mais forte.

No meio, a gente descobre que reconhecer um problema é o primeiro passo para resolvê-lo. Que é muito narcisista ficar se consumindo consigo próprio. Que todas as escolhas geram dúvida, todas. Que depois de lutar pelo direito de ser diferente, chega a bendita hora de se permitir a indiferença.

Que adultos se divertem muito mais do que os adolescentes. Que uma perda, qualquer perda, é um aperitivo da morte – mas não é a morte, que essa só acontece no fim, e ainda estamos falando do meio.

No meio, a gente descobre que precisa guardar a senha não apenas do banco e da caixa postal, mas a senha que nos revela a nós mesmos. Que passar pela vida à toa é um desperdício imperdoável. Que as mesmas coisas que nos exibem também nos escondem (escrever, por exemplo).

Que tocar na dor do outro exige delicadeza. Que ser feliz pode ser uma decisão, não apenas uma contingência. Que não é preciso se estressar tanto em busca do orgasmo, há outras coisas que também levam ao clímax: um poema, um gol, um show, um beijo.

No meio, a gente descobre que fazer a coisa certa é sempre um ato revolucionário. Que é mais produtivo agir do que reagir. Que a vida não oferece opção: ou você segue, ou você segue. Que a pior maneira de avaliar a si mesmo é se comparando com os demais. Que a verdadeira paz é aquela que nasce da verdade. E que harmonizar o que pensamos, sentimos e fazemos é um desafio que leva uma vida toda, esse meio todo.

Objetivo é chamar a atenção para os altos números da mortalidade materna no mundo

estadao.com.br

Uma campanha quer aproveitar a data em que as mães são mais lembradas e chamar a atenção para as 300 mil mulheres que morrem no mundo por complicações da gravidez e do parto a cada ano.

Batizada de ‘No Mothers Day‘ e divulgada nas redes sociais pela organização Every Mother Counts, a iniciativa pretende estimular as mulheres a não celebrar o Dia das Mães no próximo domingo, dia 13. Em vez de receber telefonemas e presentes, sugere-se pedir doações a organizações que cuidam de mulheres em situações de risco.

Considera-se morte materna quando a mulher morre durante a gestação ou até 42 dias após o fim dela, por fatores relacionados à gravidez.

O Brasil registra mais de mil mortes a cada ano e está entre os países com índices mais altos de mortalidade materna. São 68 mortes para cada 100 mil nascidos vivos – a meta das Nações Unidas é cerca de 35 para cada 100 mil até 2015.

Entre as principais causas estão as doenças hipertensivas e as síndromes hemorrágicas. Estima-se que 9% dessas mortes podem ser prevenidas com atendimento adequado durante o pré-natal e o parto.

via ESTADO.COM.BR - Saúde

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