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Happiness – Curta de Steve Cutts

 

‘A pressão para a felicidade ou para “ser feliz” pode ser esmagadora na sociedade atual de mídia social. No entanto, nossa busca para experimentar essa emoção a cada momento tem uma consequência não intencional, fazendo-nos sentir pior do que melhor. Como seres humanos, somos dotados de uma ampla gama de emoções, que nos servem de maneiras diferentes e funcionam como guias fantásticos para quais áreas de nossas vidas precisam de mais atenção. Podemos não conhecer plenamente nosso verdadeiro propósito de estar aqui neste planeta, mas é provável que nossa alma tenha entrado na Terra na esperança de aprender mais sobre nós mesmos e melhorar nossas conexões com outras pessoas. A experiência humana é perfeita para isso e, embora possa parecer difícil às vezes, somos dotados diariamente com muitas oportunidades para promover nosso crescimento.

Dentro da experiência humana, somos testados, especialmente nesta era de engano, em que as imagens estão sendo empurradas em nossos rostos de emoções que desejamos sentir; amor, paixão, aceitação e felicidade, para citar alguns. No centro de nossa existência está uma simples expressão de quem somos, que é Amor, e muitos acreditam que isso se traduz em felicidade e felicidade sem fim. As corporações reconhecem esse desejo e o usam para sua vantagem de marketing. Se nos disserem que podemos nos sentir bem, pelo menos por um dia, é provável que (literalmente) aceitemos esse sonho porque nos esquecemos de que nossas emoções diárias, tanto boas quanto ruins, são necessárias para nosso crescimento pessoal.

É provável que você esteja familiarizado com os trabalhos de Steve Cutts, um ilustrador de Londres que descreve adequadamente nossas queixas diárias e muitas verdades chocantes da sociedade que absurdamente aceitamos como normais. Em seu mais recente curta-metragem de animação, intitulado “Felicidade”, Steve usa ratos para simbolizar a corrida de ratos que todos nós conhecemos.

Em breve, você verá outras semelhanças surpreendentes: uma sociedade claramente deprimida e superlotada cercada por anúncios que garantem a felicidade por meio de colônias, roupas, filmes e drogas. Você pode observar isso e reconhecer esses comportamentos nos outros, mas considere se também foi vítima deles. “Sentindo pra baixo? Nada que um copo de vinho tinto não conserte. ”Quando buscamos a felicidade em coisas externas, logo temos um problema real que nada material ou externo pode consertar. Veja, tudo o que é oferecido para nós é “soluções rápidas” para problemas que estão se deteriorando há anos. Steve retrata com precisão nossa necessidade de nos sentirmos felizes e mostra que faremos e compraremos praticamente qualquer coisa para garantir que sentimos essa emoção o tempo todo – uma luta fútil que nos deixa esgotados e infelizes.

A felicidade pode ser alcançada todos os dias, e não há necessidade de gastar dinheiro tentando senti-lo. Passe tempo com a família e os amigos, leia um bom livro, tente algo novo, medite, revista – tudo isso traz felicidade verdadeira e pode ajudá-lo a descobrir por que você procura escapar de seus outros sentimentos por meio de bens materiais.’

via CE – Collective Evolution

 

Resultado de imagem para steve cuttsSteve Cutts é um ilustrador e animador inglês que, embora já tenha trabalhado para grandes empresas como Coca-Cola, Sony, Toyota, Reebok, e PlayStation, é reconhecido por algumas das animações de curta duração que produziu, algumas delas criticando as grandes empresas. Wikipédia

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Posted in Artes, Cinema

Você nunca deve ter ouvido falar nessa mulher – ela é basicamente a pessoa mais importante na história do cinema

Assim como em vários setores da sociedade, a mulher como diretora dentro do cinema, também sofre descrédito e preconceito. No entanto, a profissão vem crescendo nos últimos anos, e temos várias talentosas diretoras, a exemplo de Sofia Coppola e Jane Champion a nos brindar com excelentes produções. Mas quem foi a pioneira, quem enfrentou as leis vigentes da época e abriu espaço para que a profissão crescesse ao longo dos anos?

Minha juventude, minha falta de experiência, meu sexo tudo conspirou contra mim. – Alice Guy Blache

Alice Guy Blache

Nascida na França em 1 de julho de 1873, Alice Guy foi criada pelos avós até os quatro anos de idade. Em 1877, a mãe de Alice a tira de seus avós e a leva ao Chile, onde a menina conhece o pai. De volta à França, em 1877, a livraria de seu pai fale e algum tempo depois este falece. Treinada como datilógrafa, Alice começa sua carreira como secretária na Gaumont Film Company.




Em 1907 se casa com Herbert Blache, dai vem o sobrenome, que ao ser nomeado gerente de produção da Gaumont nos Estados Unidos imigra com a família para o país. Em 1910, Alice e o marido, em parceria com George A. Magie, lançam o Estúdio Solax, o maior estúdio pré-Hollywood da América. Enquanto Herbert trabalha como gerente e produção e cineasta, Alice é a diretora artística. O estúdio foi tão bem sucedido que, dentro de dois anos, foram capazes de investir cerca de cem mil dólares em novas instalações  de produção tecnológicas avançadas em Fort Lee, Nova Jersey.

Alguns anos depois , 1918, Herbert abandona a esposa e vai para Hollywood com uma de suas atrizes. Com o declínio da Costa Leste como lar do cinema em favor do clima mais propicio de Hollywood, a parceria cinematográfica também acaba.

Herbert Blanche

De volta a França em 1922, embora nunca mais dirigindo nenhum trabalho, concede palestras sobre cinema e escreve romances baseados em roteiros. EM 1953 o governo francês lhe gratificou com a maior honra para um civil: a Legião da Honra.

Nunca mais se casou e em 1964 retornou aos EUA para ficar com uma de suas filhas, morrendo apenas quatro anos depois, aos 94,  em um lar de idosos.

Como diretora
Como a maior parte dos diretores de estúdio, Alice também começou sua carreira em outra área da industria cinematográfica. Primeiramente secretária até vir a ser chefe de estúdio. Blache é creditada como a primeira diretora mulher e também uma das estudiosas de linguagens e técnicas de cinema.

Entre 1896 e 1920 dirigiu mais de quatrocentos filmes, produzindo outros mais, que incluíam efeitos sonoros sincronizados e uma infinidade de outros recursos. Também foi a primeira, até agora única, mulher a dirigir o próprio estúdio, o Estúdio Solax (Fort Lee, Nova Jersey) entre 1910 a 1914

Blache começou como secretária de Leon Gaumont, que trabalhava para um fabricante de máquinas fotográficas. Quando a empresa para qual trabalhavam ameaçou falir, Gaumont comprou junto com outros o inventário e formou em 1895 a Gaumont Film Company uma das mais importantes empresas de cinema do mundo.
Como responsável pela produção, Alice mostrou um trabalho inovador na utilização de cor, som e efeitos especiais que veio a criar o considerado o primeiro filme narrativo da história do cinema: “La Fée Aux Choux” (1896).


Depois veio “La Vie Du Christ”, seu primeiro longa metragem e um dos maiores blockbuster do cinema mudo e “La Fée Printemps”. Nos Estados Unidos, dirigindo e escrevendo, Alice assinou grande parte das produções do Estúdio Solax. Em 1922, lança “Tarnished Reputations”, seu último filme. Depois na França, com a dificuldade de comprovar seu trabalho, já que poucos filmes sobreviveram, ela lança-se na carreira de romancista.

via http://devaneiosregi.blogspot.com.br/

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Assistir a um filme dentro de uma banheira, tomando cerveja e drinques…

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Assistir a um filme dentro de uma banheira, tomando cerveja e drinques…

Descubra onde isso é possível –> http://abr.ai/18KnegG

 

via VEJA SÃO PAULO

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Amour de Michael Haneke

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Amour, filme vencedor de Palma de Ouro de 2012 (Fonte: Reprodução/Divulgação)

CRÍTICA DE CINEMA

Amor, de Michael Haneke

Filme vencedor de Cannes discute o AVC

por Francisco Taunay

Amour, filme vencedor de Palma de Ouro de 2012, em Cannes, é barra pesada. Não é violento no sentido convencional, da violência explícita, ou mesmo sexual, mas funciona como um punhal, que acerta em cheio o ponto vulnerável do seu espectador.

É uma tragédia moderna, adaptada ao mundo de hoje; totalmente diferente das tragédias gregas, essas narrativas que nos acompanham há gerações, e que são sempre reatualizadas no sentido de uma compreensão da alma humana. De acordo com Holderlin, romântico alemão e famoso tradutor das peças de Sófocles, a tragédia moderna não é aquela cuja a palavra mata, ou dá o poder de matar; mas é onde a morte vai se apoderando aos poucos, uma morte anunciada.

 

Realmente, a história de um casal idoso, que mora em um confortável apartamento em Paris, cuja relação de amor é alterada de forma abrupta por um AVC (acidente vascular cerebral) sofrido pela esposa, é algo radical. Em planos tediosos, com a câmera parada, vemos o desenvolvimento da doença na professora de piano Anne (Emmanuelle Riva), que é cuidada pelo apaixonado marido Georges (Jean-Louis Trintignant em uma atuação brilhante). Ela vai ficando cada vez mais depauperada, desesperando mais e mais seu companheiro e sua filha Eva (a sempre boa Isabelle Hupert).

A sensação que fica é de que esse filme, apesar de praticamente insuportável, precisava ser feito. Ele mostra o horror pelo que passam as pessoas doentes, que perdem a qualidade de vida. Estas doenças que acometem o cérebro, muitas vezes transformam as pessoas da forma mais radical possível.

O interessante é que o filme não possui um final explicado, e nesse sentido fica aberto para interpretações: é um trunfo do diretor do belo A Fita Branca e da Professora de Piano, filmes vigorosos e que transmitem um horror íntimo, absolutamente desconfortável. Esse Amour é ainda mais desagradável, mostrando o fim decadente que pode acometer a todos nós. E ao mesmo tempo vemos o amor, que guia os pensamentos e atos de Georges, em relação à sua esposa.

Em uma contemporaneidade onde é praticamente proibido morrer, podemos ver pessoas sem a menor condição de vida e de felicidade em sobrevidas vegetativas. Esse filme problematiza a eutanásia, ao mesmo tempo em que mostra um assunto raramente encarado pelo cinema: a doença e a desumanização das pessoas.

Ao mesmo tempo em que era assombrado pelo filme, comecei a refletir sobre essa voracidade das imagens em movimento. O cinema e a TV parecem fazer uma taxionomia das histórias e objetos, que cria um mundo de representação paralelo ao real. Existe algum assunto ou história que ainda não tenha sido filmado?

 

VEJA MAIS: Estreias dos filmes da semana (18/01) 

 

via Opinião e Notícia

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Assista ao novo trailer de “O Hobbit”

Você já viu o novo trailer de “O Hobbit”?

Veja e se prepare para ver o filme em dezembro (2012)

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Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge

Enquanto você não vai ao cinema assistir a Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge, que tal viver a emoção da história no seu Android ou iOS? Gráficos realistas e um Batman com um suíte perfeitamente detalhada, farão você sentir-se dentro do novo filme do diretor Christopher Nolan.

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Deixe seu desktop no clima de Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge

Papéis de parede oficiais de Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge, para quem tá louco para assistir na estreia!

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