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As the old adage famously goes: you say tom-MAY-toes, and I say tom-MAH-toes. We should probably call the whole thing off, right?

Ever since the might of the British Empire was expelled from the United States, ordinary folk from both sides of the pond have chuckled at each other’s use of the English language and pronunciation.

Here are several important examples you need to remember – simply to make sure no one gives you a weird look when you’re off on your holidays.

 

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A GoPro está investindo em software e para isso comprou dois aplicativos editores de vídeo para celular:Quik e Splice. Com soluções de edição para Android e iPhone (iOS), a expectativa da fabricante da câmera de ação mais famosa do mundo é diminuir barreiras para que usuários possam eternizar suas gravações em vídeos pós-produzidos com belas transições, vinhetas, textos e outros recursos pouco comuns na edição de vídeo em dispositivos móveis. Saiba como editar vídeos feitos na GoPro ou no seu próprio celular com os dois aplicativos poderosos de edição, que agora são grátis…

 

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Imagem de Techtudo

via Techtudo

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Olá amigos

Obrigada pelas tantas mensagens querendo saber onde ando.

Estou bem, obrigada, apenas sem tempo de me dedicar a este blog. Muito trabalho, novos projetos…estudos…

Qualquer hora eu volto, prometo!!

Bjão

ESCRITO POR SARAH LUISA SANTOS
O sotaque e pronúncia certa das palavras fazem uma diferença crucial na hora de se comunicar. E, apesar do sotaque ser muitas vezes charmoso, cometemos alguns erros por carregar elementos da própria língua ao falar um idioma estrangeiro. Veja aqui os erros mais comuns que cometemos quando falamos inglês.

 

  • Hey, how are you?
  • “Faini”, “andi” you?
  • Oh, you are brazilian right?

O sotaque muitas vezes nos entrega. E, mesmo com muito esforço, em uma ou outra palavra a brasilidade vai acabar transparecendo quando falamos outro idioma.

Sotaque todo mundo tem, seja na sua língua materna ou falando uma língua estrangeira, mas o que fazer para pelo menos tentar falar como um nativo? O primeiro passo é reconhecer alguns dos erros mais comuns que cometemos. Aqui vão algumas dicas de como melhorar o seu sotaque e deixar o “embromation” de lado de uma vez por todas!

 

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Babbel Magazine

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A que ponto chegamos.

Aposto que você já ouviu essa frase em algum lugar que frequenta, ou na conversa com um amigo, um parente, um vizinho. Ou até mesmo na TV, na voz de um ministro do Supremo.

O que nós estamos vivendo aqui neste momento guarda alguma semelhança com a “teoria da janela quebrada” (broken windows theory), que é o resultado de um estudo realizado por dois professores de Harvard – um cientista político e um psicólogo criminologista – mostrando que há relação de causalidade entre desordem e criminalidade.

Em resumo, a tese é a seguinte: se uma janela do apartamento de um prédio quebrar a não for consertada imediatamente, as pessoas são levadas a crer que aquele apartamento está abandonado, já que ninguém se importa com ele, e esse abandono incentiva depredações de outras janelas, mais atos de vandalismo e até invasão do prédio.

Ou seja: quem não se preocupa com pequenos atos de marginalidade acaba sendo cada vez mais tolerante com a criminalidade em todos os seus estágios. Até que ela se instale definitivamente.

A confusão entre pequenos e grandes crimes acaba provocando uma perda de referência por onde se infiltra e se instala esse vírus de amoralidade, essa anomia que destrói os nervos e que corrói a alma do país.

Achar graça numa estrela vermelha que a primeira dama instala no jardim do Palácio da Alvorada é o primeiro vidro da janela quebrada. Desconhecer o que significa a promiscuidade entre público e privado, entre governo e partido, entre governo e Estado, entre Estado e partido, pode parecer uma minúcia, uma ridicularia, mas não é. Pelo menos em países sérios não é.

Quebrado a primeira janela, passa-se a zombar dos pequenos delitos, como se eles não fossem a pura ressonância dos delitos maiores: ah, o pedalinho dos netos do ex-presidente, ah, a canoa baratinha da dona Marisa, ah, o elevador privativo do tríplex do Guarujá.

Quanta implicância desses coxinhas, como se fosse normal alguém receber benesses de empreiteiras que vivem de contratos públicos e como se fosse normal recusar-se a prestar depoimentos solicitados pela Justiça sobre eles.

Perdido o referencial daquilo que separa a bravata ideológica do crime puro e simples, acontece isto: um sindicalista de nome Armando Tripodi, que foi chefe de gabinete do presidente da Petrobras entre 2003 e 2012, nas gestões José Eduardo Dutra e José Sergio Gabrielli, publica no site oficial da Petrobras a confissão de um crime e nada acontece com ele. Talvez tenha até sido elogiado pelo companheiro-chefe.

Num depoimento ao site institucional “Memória Petrobras” ele conta que usou o dinheiro do imposto sindical para fazer campanha para o companheiro Lula, e narra, cheio de orgulho, todos os lances de seu heroico crime. É proibido por lei usar dinheiro do imposto sindical para campanhas políticas, mas quem se lixa?

Se a janela está quebrada, o prédio está abandonado e tudo é permitido.

Da janela quebrada ao pântano moral em que o País mergulhou, a distância é mínima. Princípios morais não têm peso, nem largura, nem altura, nem espessura. Ou existem ou não existem.

A delação premiada de Delcídio do Amaral mostra não apenas que a janela está quebrada. Mostra que o prédio já ruiu em cima do governo, e mesmo que ele sobreviva, está irremediavelmente ferido de morte.

Sandro Vaia

 

Sandro VaiaSandro Vaia – Jornalista, foi editor do Jornal da Tarde, diretor de Redação da revista Afinal, da Agência Estado e do jornal “O Estado de S.Paulo”. Escreveu “A Ilha Roubada”, (Barcarolla) sobre a cubana Yoani Sanchez e "Armênio Guedes, Sereno Guerreiro da Liberdad

 

via BLOG DO NOBLAT

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" Sede passantes

Este tema da passagem é o tema da Páscoa.

Pessah em hebraico, quer dizer passagem.

A passagem, no rio, de uma margem à outra margem, a passagem de um pensamento a outro pensamento, a passagem de um estado de consciência a outro estado de consciência.

A passagem de um modo de vida a um outro modo de vida.

Somos passageiros.

A vida é uma ponte e, como diziam os antigos, não se constrói sua casa sobre uma ponte.

Temos que manter, ao mesmo tempo, as duas margens do rio, a matéria e o espírito, o céu e a terra, o masculino e o feminino e fazer a ponte entre estas nossas diferentes partes, sabendo que estamos de passagem.

É importante lembrar-se do carácter passageiro de nossa existência, da impermanência de todas as coisas, pois o sofrimento geralmente é de querermos fazer durar o que não foi feito para durar.

A grande páscoa é a passagem desta vida mortal para a vida eterna, é a abertura do coração humano ao coração divino.

É a passagem da escravidão para a liberdade, passagem que é simbolizada pela migração dos hebreus, do Egito para a terra Prometida.Mas não é preciso temer o Mar Vermelho.

O mar de nossas memórias, de nossos medos, de nossas reações.

Temos que atravessar todas estas ondas, todas estas tempestades, para tocar a terra da liberdade, o espaço da liberdade que existe dentro de nós.

Sede passantes.

Creio que esta palavra é verdadeiramente um convite para continuarmos nosso caminho a partir do lugar onde algumas vezes paramos.

Observemos o que pára a vida em nós, o que impede o amor e o perdão, onde se localiza o medo dentro de nós.

É por lá que é preciso passar, é lá o nosso Mar Vermelho.

Mas, ao mesmo tempo, não esqueçamos a luz, não esqueçamos a liberdade, a terra que nos foi prometida. "

 

FELIZ PÁSCOA!!

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